terça-feira, junho 30, 2009
carta estratégica de lisboa - apresentação/discussão
Teatro S. Luiz (Sala Principal) 3 de Julho - 9.30h
A Carta Estratégica de Lisboa vai ser apresentada para discussão pública.
É o culminar de um processo amplamente participado, que aponta o caminho para o desenvolvimento sustentável de Lisboa, definindo as orientações estratégicas de médio e longo prazo. É um compromisso para o futuro da nossa cidade.
Participe. O futuro de Lisboa também está nas suas mãos.
Programa
09:30 Acreditação
09:45 Abertura – A metodologia de elaboração da Carta Estratégica de Lisboa
Professor João Caraça – Comissário Geral
10:00 Como recuperar, rejuvenescer e equilibrar socialmente a população de Lisboa?
Arqt.ª Ana Pinho
10:20 Como tornar Lisboa uma cidade amigável, segura e inclusiva para todos?
Arqt.º Manuel Graça Dias
10:40 Como tornar Lisboa uma cidade ambientalmente sustentável e energeticamente eficiente?
Eng.º Tiago Farias
11:00 Coffee Break
11:20 Como afirmar a identidade de Lisboa, num Mundo globalizado?
Dra. Simonetta Luz Afonso
11:40 Como transformar Lisboa numa cidade inovadora, criativa e capaz de competir num contexto
global, gerando riqueza e emprego?
Dr. Augusto Mateus
12:00 Como criar um modelo de governo eficiente, participado e financeiramente sustentado?
Dr. João Seixas
12:20 Debate
13:00 Almoço
15:00 Conferência - Políticas de Cidades e Estratégias Urbanas
Arqt.º Jaime Lerner – Arquitecto e Urbanista, Ex-Prefeito de Curitiba e consultor das Nações Unidas para
Assuntos Urbanos
16:00 Apresentação e entrega formal da Carta Estratégica de Lisboa - Um Compromisso para o Futuro
da Cidade
Professor João Caraça – Comissário Geral
16:30 Encerramento
António Costa – Presidente da CML
_manel
segunda-feira, junho 22, 2009
terça-feira, junho 09, 2009
Para acabar com o monopólio autocad: algumas alternativas opensource
programas CAD alternativos a Autocad
Leyendo el blog de Andrés Moya, me encuentro con esta reseña de programas alternativos al “todopoderoso”Autocad. Andreś nos presenta tres interesantes proyectos al los que nos invita a echar una mano. La manera más simple para ayudar es instalarlos y probarlos, luego tomar nota de los fallos, bugs, sugerencias de usabilidad, ideas y enviarlas por e-mail a los desarrolladores.
El trabajo de testeo de la comunidad de usuarios también es parte del proceso de desarrollo de un programa.
CADEMIA
CADEMIA es un programa CAD de código abierto multiplataforma (corre sobre java) que en febrero de este año liberó su última versión de desarrollo: la 1.5 alpha22. Cuando yo la probé estaba en la versión 1.4.1.
http://www.cademia.org/frontend/
NttCAD
También es un programa multiplataforma que corre sobre java. Cuando la probé estaba en su versión de marzo del 2008. En octubre del mismo año realizó una actualización que incorporó el manejo de archivos DXF.
http://www.nttcad.com/
ARCHIMEDES
Igual a los dos anteriores, es software CAD multiplataforma que corre en java (y además de código abierto). Es un desarrollo brasileño, que creía que se había detenido en el 2007, en la versión 0.52.0 Yo lo había conocido en el 2006, en una versión aún muy temprana (0.16.0).
En abril de este año el proyecto parece haber resucitado y liberó una versión nueva. La 0.58.0
La página web es http://archimedes.incubadora.fapesp.br/portal/project
Pero la última versión del programa está en http://sourceforge.net/projects/arquimedes/
BRICSCAD
Nosotros en Ecosistema Urbano (gracias a Ion) estamos probando el BricsCad y la verdad es que estamos bastante satisfechos. Estamos probando este software también porque ha anunciado el lanzamiento de una versión para linux, sistema operativo que hemos empezado a experimentar de momento sólo en un ordenador. El BricsCad es prácticamente igual al Autocad, la interfaz y los atajos son exactamente idénticos. Si estás buscando un alternativa quizás deberías probarlo.
Se aceptan sugerencias……. y muy pronto os hablaremos de Linux.
fuente: www.bitacoravirtual.cl
visto em [ecosistema urbano] blog
_diogo
sexta-feira, maio 29, 2009
ASQUEROSO
quarta-feira, maio 27, 2009
Bissau
um estádio no meio, talvez para as cerimónias de empossamentos dos governadores a que deviam assistir funcionário da repartição de finanças com as camisas brancas - suadas.
Um bom plano de plantação - Azadirachta indica - para correr com os mosquitos e o paludismo.
Uma ou duas ruas com lojas ou casas comerciais.
Uma grande avenida a ligar a praça do império e o porto.
Restos de uma fortaleza com mangueiras colossais em frente.
E meia dúzia de bairros de lama e telhado de palha, e às vezes zinco, em redor.
Trinta anos.
Metade da população do pais mudou-se para aqui.
A cidade colonial ficou como resto, com os seus cafés de brancos e traficantes de droga, com bebidas ao preço de dois ordenados minimos - ponto interessante de observação mas bastante deprimente.
Os bairros cresceram, como as aldeias crescem no campo. Cada aldeia que havia à volta da cidade-colonial cresceu e deu um bairro. De lama e zinco ou palha, ainda.
A estrada que ligava o centro ao aeroporto tornou-se uma avenida colossal, com as suas barracas de venda de esparguete refritado em óleo
- com maionese.
No meio ficaram campos de arroz regados com água de esgotos.
Palmeiras, poilões, bissilons.
Uma guerra bombardeou a cidade toda.
Ao longe parece a selva.
No porto o mangal cresceu - trinta anos sem dragagens.
_manel
quinta-feira, maio 21, 2009
Em Bissau há um jardim de uma florista
Anda-se pela cidade esburacada com covas de meio metro de fundura. Outras onde se cai e já não se volta.
Ou apanha-se um táxi azul-turquesa com ferrugem e forrado a felpa com padrão de leopardo, por causa do frio…
Passa-se a praça do império, com o seu palácio colonial-anos40-semi-colonial-semi-modernista-feio. Bombardeado e queimado.
E vê-se uma montra, de uma florista.
Bate-se no vidro.
Está fechado. A senhora não está.
Mas há flores no jardim.
Entra-se no jardim acabado de regar. A cheirar a terra.
Cortam-se três flores vermelhas com caules que pesam meio quilo e que estavam debaixo da pequena mata de bambus.
Volta-se pelo caminho estreito de terra batida com vasos e com uma cana oca de correr a água.
Estão longe os "projectos de espaços exteriores”, “parques urbanos”, “espaço público” feitos à pressão, com meia-dúzia de espécies do reino vegetal enfiadas em cima de um pavimento.
Ou as "estruturas verdes e ecológicas"...
Vale a pena fazer jardins.
_manel
quarta-feira, maio 20, 2009
restos de praças
terça-feira, maio 12, 2009
Viagens na Minha Terra (Algarve)
Baseando-me nas artes do Sebastião (que tem dinamizado este blog, com os seus fantásticos videos), também eu quis iniciar as minhas artes "pré-cinematográficas". Este vídeo foi criado através de sequências de fotografias, durante dois dias de viagens pelo o Algarve, partindo da minha terra (portimão) para a serra de monchique e depois serra de espinhaço de cão. A música é de um artista mandinga do Gabu (guiné-bissau) de nome Galissá e é dedicada ao Manel, que neste momento percorre as belíssimas planícies guineenses.
Espero que gostem da minha terra....
_pedro




