terça-feira, junho 09, 2009
Para acabar com o monopólio autocad: algumas alternativas opensource
programas CAD alternativos a Autocad
Leyendo el blog de Andrés Moya, me encuentro con esta reseña de programas alternativos al “todopoderoso”Autocad. Andreś nos presenta tres interesantes proyectos al los que nos invita a echar una mano. La manera más simple para ayudar es instalarlos y probarlos, luego tomar nota de los fallos, bugs, sugerencias de usabilidad, ideas y enviarlas por e-mail a los desarrolladores.
El trabajo de testeo de la comunidad de usuarios también es parte del proceso de desarrollo de un programa.
CADEMIA
CADEMIA es un programa CAD de código abierto multiplataforma (corre sobre java) que en febrero de este año liberó su última versión de desarrollo: la 1.5 alpha22. Cuando yo la probé estaba en la versión 1.4.1.
http://www.cademia.org/frontend/
NttCAD
También es un programa multiplataforma que corre sobre java. Cuando la probé estaba en su versión de marzo del 2008. En octubre del mismo año realizó una actualización que incorporó el manejo de archivos DXF.
http://www.nttcad.com/
ARCHIMEDES
Igual a los dos anteriores, es software CAD multiplataforma que corre en java (y además de código abierto). Es un desarrollo brasileño, que creía que se había detenido en el 2007, en la versión 0.52.0 Yo lo había conocido en el 2006, en una versión aún muy temprana (0.16.0).
En abril de este año el proyecto parece haber resucitado y liberó una versión nueva. La 0.58.0
La página web es http://archimedes.incubadora.fapesp.br/portal/project
Pero la última versión del programa está en http://sourceforge.net/projects/arquimedes/
BRICSCAD
Nosotros en Ecosistema Urbano (gracias a Ion) estamos probando el BricsCad y la verdad es que estamos bastante satisfechos. Estamos probando este software también porque ha anunciado el lanzamiento de una versión para linux, sistema operativo que hemos empezado a experimentar de momento sólo en un ordenador. El BricsCad es prácticamente igual al Autocad, la interfaz y los atajos son exactamente idénticos. Si estás buscando un alternativa quizás deberías probarlo.
Se aceptan sugerencias……. y muy pronto os hablaremos de Linux.
fuente: www.bitacoravirtual.cl
visto em [ecosistema urbano] blog
_diogo
sexta-feira, maio 29, 2009
ASQUEROSO
quarta-feira, maio 27, 2009
Bissau
um estádio no meio, talvez para as cerimónias de empossamentos dos governadores a que deviam assistir funcionário da repartição de finanças com as camisas brancas - suadas.
Um bom plano de plantação - Azadirachta indica - para correr com os mosquitos e o paludismo.
Uma ou duas ruas com lojas ou casas comerciais.
Uma grande avenida a ligar a praça do império e o porto.
Restos de uma fortaleza com mangueiras colossais em frente.
E meia dúzia de bairros de lama e telhado de palha, e às vezes zinco, em redor.
Trinta anos.
Metade da população do pais mudou-se para aqui.
A cidade colonial ficou como resto, com os seus cafés de brancos e traficantes de droga, com bebidas ao preço de dois ordenados minimos - ponto interessante de observação mas bastante deprimente.
Os bairros cresceram, como as aldeias crescem no campo. Cada aldeia que havia à volta da cidade-colonial cresceu e deu um bairro. De lama e zinco ou palha, ainda.
A estrada que ligava o centro ao aeroporto tornou-se uma avenida colossal, com as suas barracas de venda de esparguete refritado em óleo
- com maionese.
No meio ficaram campos de arroz regados com água de esgotos.
Palmeiras, poilões, bissilons.
Uma guerra bombardeou a cidade toda.
Ao longe parece a selva.
No porto o mangal cresceu - trinta anos sem dragagens.
_manel
quinta-feira, maio 21, 2009
Em Bissau há um jardim de uma florista
Anda-se pela cidade esburacada com covas de meio metro de fundura. Outras onde se cai e já não se volta.
Ou apanha-se um táxi azul-turquesa com ferrugem e forrado a felpa com padrão de leopardo, por causa do frio…
Passa-se a praça do império, com o seu palácio colonial-anos40-semi-colonial-semi-modernista-feio. Bombardeado e queimado.
E vê-se uma montra, de uma florista.
Bate-se no vidro.
Está fechado. A senhora não está.
Mas há flores no jardim.
Entra-se no jardim acabado de regar. A cheirar a terra.
Cortam-se três flores vermelhas com caules que pesam meio quilo e que estavam debaixo da pequena mata de bambus.
Volta-se pelo caminho estreito de terra batida com vasos e com uma cana oca de correr a água.
Estão longe os "projectos de espaços exteriores”, “parques urbanos”, “espaço público” feitos à pressão, com meia-dúzia de espécies do reino vegetal enfiadas em cima de um pavimento.
Ou as "estruturas verdes e ecológicas"...
Vale a pena fazer jardins.
_manel
quarta-feira, maio 20, 2009
restos de praças
terça-feira, maio 12, 2009
Viagens na Minha Terra (Algarve)
Baseando-me nas artes do Sebastião (que tem dinamizado este blog, com os seus fantásticos videos), também eu quis iniciar as minhas artes "pré-cinematográficas". Este vídeo foi criado através de sequências de fotografias, durante dois dias de viagens pelo o Algarve, partindo da minha terra (portimão) para a serra de monchique e depois serra de espinhaço de cão. A música é de um artista mandinga do Gabu (guiné-bissau) de nome Galissá e é dedicada ao Manel, que neste momento percorre as belíssimas planícies guineenses.
Espero que gostem da minha terra....
_pedro
segunda-feira, maio 04, 2009
quarta-feira, abril 29, 2009
Small Farmers Lose in Big Land Grabs
With rich governments and corporations buying the rights to millions of hectares of agricultural land in developing countries in an effort to secure their own long-term food supplies, the head of the UN Food and Agriculture Organization, Jacques Diouf, has warned that the controversial rise in land deals could create a form of "neo-colonialism", with poor states producing food for the rich at the expense of their own hungry people. Last week, the South Korean firm Daewoo Logistics announced plans to buy a 99-year lease on a million hectares in Madagascar. Daewoo aims to grow five million tons of corn a year by 2023, relying on a largely South African workforce and sending most of the production home to South Korea, which wants to lessen dependence on imports.‘These deals can be purely commercial ventures on one level, but sitting behind it is often a food security imperative backed by a government,’ said Carl Atkin, a consultant at Bidwells Agribusiness, a Cambridge firm helping to arrange some of the big international land deals. The massive lease under discussion in Madagascar is the largest so far in an increasing number of land deals that have been arranged since the surge in food prices late last year. ‘In the context of arable land sales, this is unprecedented’, Atkin said. ‘We're used to seeing 100,000-hectare sales. This is more than ten times as much’. Many investments are in discussion or have been settled: Saudi Binladin Group is planning an investment in Indonesia to grow basmati rice; tens of thousands of hectares in Pakistan have been sold to Abu Dhabi investors; Laos has signed away around 15 percent of its viable farmland; Libya has secured 250,000 hectares of Ukrainian farmland, and Egypt is believed to want similar access. Keen buyers are generally being enthusiastically received by developing world governments in recession who are desperate to sell in order to have some capital. Madagascar's land reform minister said revenue would go to infrastructure and development in flood-prone areas. ‘If this was a negotiation between equals, it could be a good thing. It could bring investment, stable prices and predictability to the market’, said Duncan Green, Oxfam's head of research. ‘But the problem is, [in] this scramble for soil I don't see any place for the small farmers’. Alex Evans, at the Center on International Cooperation, at New York University, said: ‘The small farmers are losing out already. People without solid title are likely to be turfed off the land’. For further news on the Madagascan land sale, click here. Source:Salem NewsBess Muckeb.mucke@slowfood.it
em www.slowfood.com
_manel
terça-feira, abril 28, 2009
outras dinâmicas de construção e vivência urbanas



